quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Reportagem Final: Guião

Segue o guião que irá orientar o nosso trabalho. Embora não seja definitivo - o trabalho jornalístico é tradicionalmente bastante exposto a imprevistos -, já dá para transmitir aos nossos leitores aquilo que pretendemos. Esperemos que gostem!

Reportagem Final - Guião:

1. Repórteres:

- Bruno Tomé, 54498

- Daniel Santos, 53771

- David Carvalho, 35566

- Filipa Pereira, 56751

2. Secção:

- Sociedade/Economia

3. Tema

- O Porto é uma cidade de contrastes. Se, por um lado, vemos uma baixa que se enche na época natalícia, por outro, vemos uma cidade que se degrada a cada dia que passa. Basta sair da zona dominada por um comércio mais moderno, onde existe um shopping e lojas de rua com bastantes compradores em Portugal, para ver uma cidade onde imperam as seguintes palavras: "vende-se", "aluga-se" e "passa-se".

4. Enfoque

- Há apoios das autarquias para minimizar esta tendência? Os shopings irão acabar de vez com o comércio tradicional? Que futuro para a segunda cidade do país?

5. Informações preliminares

- Embora os media já tivessem abordado este tema, que tenhamos conhecimento, ele nunca foi relacionado directamente com o comércio. Já assistimos a reportagens que retratam uma cidade do Porto cada vez mais deserta e ser moradores, que retratam a criminalidade, mas nunca vimos uma reportagem que comparasse estas duas realidades de forma tão directa: o Porto com um comércio moderno e o Porto com um comércio degradado e com os dias contados.

6. Questões importantes

- Consideramos que, infelizmente para os media e para a missão mais nobre do jornalismo que é investigar e estudar, este problema tem sido posto um pouco de parte pela comunicação social, possivelmente devido a interesses económicos e políticos. Além disso, a época natalícia é a altura do ano em que o contraste é maior entre a zona mais moderna e mais degrada da cidade, logo poderemos dar uma visão mais fiel da diferença entre as duas realidades.

7. Fontes de informação

- Um elemento da Câmara Municipal do Porto (a designar)

- Compradores (das duas zonas)

- Comerciantes (das duas zonas)

8. Recursos multimédia

- Texto - Servirá para contextualizar o leitor acerca da reportagem e para o ir orientando nas diferentes ferramentas que formos utilizando para ilustrar a realidade que pretendemos retratar.

- Áudio - Pensamos retratar alguns aspectos que caracterizem as duas realidades. O ambiente sonoro de uma e de outra, ou algum aspecto que consideremos fundamental transmitir para as pessoas terem plena noção do que estamos a falar, tentando-as mesmo levar ao local.

- Vídeo - Constituirá o corpo fundamental da nossa reportagem. Será através do vídeo que mostraremos a visão das fontes com que iremos falar, que narraremos os acontecimentos da mesma e mostraremos as imagens fundamentais das duas realidades.

- Imagens - Serão mostradas através de um slideshow que será constituído por imagens importantes captadas a partir das duas realidades que queremos retratar. O nosso objectivo é captar situações e pormenores que poderão dar uma visão mais alargado do ambiente de que trata a reportagem.

- Slideshare - Ainda não temos a certeza de que forma poderemos usar este instrumento. Mas, com o decorrer da reportagem, talvez possamos aglomerar alguns dados que expressos através desta ferramente poderão ser mais claros para uma correcta apreensão das realidades que queremos transmitir.

Nota: O uso da cobertura ao minuto não fará sentido para esta reportagem, pois, neste momento, não vemos uma forma útil e pertinente de a utilizar.

9. Reportagens de apoio

- Ainda não podemos definir com exactidão que espécie de reportagens de apoio poderemos fazer para pôr em prática o sistema da pirâmide deitada, mas a deslocação ao local da reportagem trará certamente motivos que consideramos pertinente retratar. Será esse o objectivo.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Cinema: 3D aumenta receitas das bilheteiras nacionais

A Elite de CC decidiu estudar o panorama do cinema português nas últimas décadas, através de três variáveis: número de espectadores por mil habitantes, número de espectadores por sessão e receitas de bilheteiras. A partir daí chegamos a algumas conclusões que interessarão certamente aos nossos leitores.

Para tal, basta consultar o Power Point abaixo:

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Mark Zuckerberg: Génio ou Vilão?

O mínimo que se pode dizer é que Mark Zuckerberg não deixa ninguém indiferente. Quer se goste ou não do jovem criador do Facebook, Zuckerberg é inevitavelmente tema de conversa nas redes sociais. É verdade que "A Rede Social", filme realizado pelo conceituado David Fincher, está na moda e na boca das pessoas.

(Trailer do filme "A Rede Social")

O Facebook é, hoje em dia, parte integrante da vida de muitas pessoas. O Facebook é já um enorme fenómeno a nível mundial, com o seu número de utilizadores a crescer a cada dia que passa. No entanto, se há algo que o filme de David Fincher veio trazer é uma discussão acesa em torno de Mark Zuckerberg, o mentor do projecto Facebook. Génio para uns, vilão para outros, as opiniões sobre "A Rede Social" e Zuckerberg multiplicam-se na Internet.


A Elite de CC andou pelas redes sociais e recolheu algumas opiniões sobre o filme e sobre a figura, já mundialmente conhecida, de Mark Zuckerberg:

"Muito bom o filme "A Rede Social". Fala do Mark Zuckerberg criador desse negócio aqui (Facebook). Grande coisa ser o milionário mais jovem. Como disse o Homer Simpson, mesmo assim, ele não vai conseguir comprar um dinossauro. (Pelo menos por enquanto) :P"


Filipe Canhameiro (Utilizador do Facebook)

"Também ficamos sem saber porquê que ele fez aquilo ao amigo, basicamente lixou-o.."

Anónimo em portalcinema.blogspot.com

"O Facebook tornou-se demasiado famoso, além de ser possível usá-lo até para aceder a fóruns agora também fazem um filme sobre ele? Não sei se vou ver... Talvez ."

Anónimo no Facebook

"Fantástico, adorei, não acho que o Zuckerberg seja aquela pessoa má que se quer pintar"

Francisco Correia (Utilizador do Twitter)

A Elite de CC fez uma breve pesquisa pela Internet para apurar algumas opiniões sobre o Facebook e a possibilidade da empresa de Zuckerberg atingir o nível da Microsoft de Bill Gates. Se, para uns, o Facebook se marca pela diferença, para outros é mais do mesmo e tem os seus dias contados.

"O pioneirismo de Mark Zuckerberg resulta da verdadeira revolução ocorrida nos sites sociais, nos últimos anos. A partir da massificação, ele identificou um nicho e criou uma linguagem de relacionamento que espalhou rapidamente pelo mundo. O mundo nunca mais será o mesmo depois do Facebook."

Demetrio de Moura Lima

"Este jornalista só está elogiando o CEO do Facebook por pura conveniência, ainda faltam anos de maturidade e um modelo de negócios altamente rentável, como o mercado de sistemas operacionais para PC foi nos 80s, para a companhia se tornar uma nova Microsoft. Muito distante ainda de uma Internet realmente conectada."

Ricardo Crispim

"O Facebook é apenas mais um site de comunidade que está na moda. E a moda passa. Não vejo nada de extraordinário nele. Aliás, só acesso via aplicativo, da mesma forma como faço com outros sites. Mark Zuckerberg pode ficar bilionário e ser reconhecido, mas o seu feito é pequeno, comparado com o que fez Bill Gates."

Nelson Nepomuceno

"Creio que há grande futuro para os sites de relacionamentos virtuais. Com a violência urbana, o caos no trânsito e o sedentarismo social, as pessoas vão se relacionar cada vez mais virtualmente. Teremos todos nós um avatar circulando na Web."

Marcos Noleto

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Acidentes: Jovens no topo da sinistralidade rodoviária

Rita tem 20 anos e está a tirar a carta de condução numa escola em Felgueiras. À medida que vai contactando com o veículo, a jovem tem-se deparado com algumas dificuldades:

  • Problemas em lidar com a condução nocturna;

  • Dificuldades em controlar o carro;

  • Marginalização da condução defensiva por parte dos condutores mais experientes;

  • Desconhecimento da mecânica do veículo.

Apesar de nas escolas de condução ser ensinada uma condução defensiva, grande parte dos condutores entre os 18 e 24 anos conduz a grande velocidade e de forma imprudente.

Rita afirma que as escolas deveriam dar mais atenção ao fenómeno da sinistralidade entre os jovens, ajudando os seus alunos a tornarem-se condutores mais responsáveis.

Grande parte dos condutores das estradas portuguesas desconhecem os procedimentos necessários para trocar um pneu furado. Segundo Rita Vilaça, um ensino mais direccionado à mecânica do automóvel poderia evitar muitos dos precauços verificados na estrada e estabelecer uma relação mais próxima entre o condutor e o seu veículo.



Fonte do Vídeo:
Revista iCarros

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A Marca d´Bola

  • Ambos dão grande valor à interactividade, como se verifica com a classificação das ligas dos respectivos países e fazem numerosas sondagens e votações para permitir a interacção do leitor, assim como permitem comentários às notícias do jornal.

  • Tal como se verifica na maior parte dos jornais online, dão grande espaço aos anúncios publicitários e à divulgação de sites de apostas e também criaram uma secção de jogos de forma a entreter e fidelizar o leitor.

  • Procuram agregar várias formas de conteúdos multimédia ao existir “A Bola Tv” e a “Marca Tv", o que reforça a adesão às novas tecnologias.

  • Outro ponto em comum dos dois jornais é a relegação das restantes modalidades desportivas além do futebol para o final da página inicial, algo que pode ser considerado natural tendo em conta o número de praticantes e adeptos de futebol nos dois países.

  • Estes jornais optam por uma estratégia de colocarem colunas com fotografias de mulheres para cativar o público masculino e darem espaço ao sexo feminino no desporto.
  • Qualquer um dos jornais tem uma secção humorística através de cartoons, em vídeo no caso da “Marca” e em imagens estáticas no caso de “A Bola”.

  • A interactividade também é construída em formas diferentes: a “Marca” prefere que cada notícia tenha uma imagem ou um vídeo, enquanto "A Bola" opta por ter separadores interactivos no topo da página que direccionam o leitor para os mais variados assuntos.

  • O jornal desportivo português tem ainda uma secção para as notícias fora do âmbito desportivo, enquanto o diário espanhol opta por direccionar o leitor para os jornais generalistas do seu grupo económico através de hiperligações. A “Marca” tem uma primeira página maior em comprimento, o que, na nossa opinião, dá azo a uma desorganização de conteúdos e cria a percepção que estes estão amontoados, enquanto “A Bola” foge ao paradigma da pirâmide invertida e coloca as notícias mais recentes no lado direito da página.

  • "A Bola” tem a opção de uma edição impressa por subscrição e sistema de cores e imagens muito apelativos para o leitor, de modo a fidelizar o utilizador e atrair outros menos casuais.