segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Cinema: 3D aumenta receitas das bilheteiras nacionais

A Elite de CC decidiu estudar o panorama do cinema português nas últimas décadas, através de três variáveis: número de espectadores por mil habitantes, número de espectadores por sessão e receitas de bilheteiras. A partir daí chegamos a algumas conclusões que interessarão certamente aos nossos leitores.

Para tal, basta consultar o Power Point abaixo:

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Mark Zuckerberg: Génio ou Vilão?

O mínimo que se pode dizer é que Mark Zuckerberg não deixa ninguém indiferente. Quer se goste ou não do jovem criador do Facebook, Zuckerberg é inevitavelmente tema de conversa nas redes sociais. É verdade que "A Rede Social", filme realizado pelo conceituado David Fincher, está na moda e na boca das pessoas.

(Trailer do filme "A Rede Social")

O Facebook é, hoje em dia, parte integrante da vida de muitas pessoas. O Facebook é já um enorme fenómeno a nível mundial, com o seu número de utilizadores a crescer a cada dia que passa. No entanto, se há algo que o filme de David Fincher veio trazer é uma discussão acesa em torno de Mark Zuckerberg, o mentor do projecto Facebook. Génio para uns, vilão para outros, as opiniões sobre "A Rede Social" e Zuckerberg multiplicam-se na Internet.


A Elite de CC andou pelas redes sociais e recolheu algumas opiniões sobre o filme e sobre a figura, já mundialmente conhecida, de Mark Zuckerberg:

"Muito bom o filme "A Rede Social". Fala do Mark Zuckerberg criador desse negócio aqui (Facebook). Grande coisa ser o milionário mais jovem. Como disse o Homer Simpson, mesmo assim, ele não vai conseguir comprar um dinossauro. (Pelo menos por enquanto) :P"


Filipe Canhameiro (Utilizador do Facebook)

"Também ficamos sem saber porquê que ele fez aquilo ao amigo, basicamente lixou-o.."

Anónimo em portalcinema.blogspot.com

"O Facebook tornou-se demasiado famoso, além de ser possível usá-lo até para aceder a fóruns agora também fazem um filme sobre ele? Não sei se vou ver... Talvez ."

Anónimo no Facebook

"Fantástico, adorei, não acho que o Zuckerberg seja aquela pessoa má que se quer pintar"

Francisco Correia (Utilizador do Twitter)

A Elite de CC fez uma breve pesquisa pela Internet para apurar algumas opiniões sobre o Facebook e a possibilidade da empresa de Zuckerberg atingir o nível da Microsoft de Bill Gates. Se, para uns, o Facebook se marca pela diferença, para outros é mais do mesmo e tem os seus dias contados.

"O pioneirismo de Mark Zuckerberg resulta da verdadeira revolução ocorrida nos sites sociais, nos últimos anos. A partir da massificação, ele identificou um nicho e criou uma linguagem de relacionamento que espalhou rapidamente pelo mundo. O mundo nunca mais será o mesmo depois do Facebook."

Demetrio de Moura Lima

"Este jornalista só está elogiando o CEO do Facebook por pura conveniência, ainda faltam anos de maturidade e um modelo de negócios altamente rentável, como o mercado de sistemas operacionais para PC foi nos 80s, para a companhia se tornar uma nova Microsoft. Muito distante ainda de uma Internet realmente conectada."

Ricardo Crispim

"O Facebook é apenas mais um site de comunidade que está na moda. E a moda passa. Não vejo nada de extraordinário nele. Aliás, só acesso via aplicativo, da mesma forma como faço com outros sites. Mark Zuckerberg pode ficar bilionário e ser reconhecido, mas o seu feito é pequeno, comparado com o que fez Bill Gates."

Nelson Nepomuceno

"Creio que há grande futuro para os sites de relacionamentos virtuais. Com a violência urbana, o caos no trânsito e o sedentarismo social, as pessoas vão se relacionar cada vez mais virtualmente. Teremos todos nós um avatar circulando na Web."

Marcos Noleto

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Acidentes: Jovens no topo da sinistralidade rodoviária

Rita tem 20 anos e está a tirar a carta de condução numa escola em Felgueiras. À medida que vai contactando com o veículo, a jovem tem-se deparado com algumas dificuldades:

  • Problemas em lidar com a condução nocturna;

  • Dificuldades em controlar o carro;

  • Marginalização da condução defensiva por parte dos condutores mais experientes;

  • Desconhecimento da mecânica do veículo.

Apesar de nas escolas de condução ser ensinada uma condução defensiva, grande parte dos condutores entre os 18 e 24 anos conduz a grande velocidade e de forma imprudente.

Rita afirma que as escolas deveriam dar mais atenção ao fenómeno da sinistralidade entre os jovens, ajudando os seus alunos a tornarem-se condutores mais responsáveis.

Grande parte dos condutores das estradas portuguesas desconhecem os procedimentos necessários para trocar um pneu furado. Segundo Rita Vilaça, um ensino mais direccionado à mecânica do automóvel poderia evitar muitos dos precauços verificados na estrada e estabelecer uma relação mais próxima entre o condutor e o seu veículo.



Fonte do Vídeo:
Revista iCarros